Holandês não gosta de papo. Não que sejam carrancudos ou esnobes, eles só preferem cuidar da própria vida ao invés de ficar sabendo da sua. Se bem que, tendo vivido em Curitiba minha vida inteira, estou acostumado com o tipo.
Durante um almoço, me senti a própria prostituta de Amsterdã. Mas calma, eu não estava me insinuando seminu aos transeuntes. Comi no Burguer King da Dam, virado para a vidraça. Pude fazer um raio-x superficial de quem passava por lá.
Loiros, muitos loiros. Mas, surpreendentemente para mim, muitos negros e asiáticos também. A cidade parece um grande comercial da Benneton. Junto isso a alguns muçulmanos (mulheres com seu lenço devidamente cobrindo a cabeça), outro punhado de judeus...
O curioso é que a pessoa é da sua etnia e ponto. Não acontece aquela misturança brasileira de metade alemão, metade negro e metade índio. “Miscigenação” nem deve ter tradução para o holandês.
** Holandeses dão as costas à miscigenação.
Ou seja, MAH QUE povinho hein!?
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