Se você acha que carnaval é só no Brasil, carnaval não é só no Brasil, não. O balneário toscano - cujo nome dá uma vontade de pronunciar "Vilareggio" - não possui nenhum dos atrativos que vêm à mente quando se pensa numa praia do Mediterrâneo. De fato, o conjunto areião + água marrom esverdeada mais lembra o glorioso litoral paranaense do que qualquer ilha grega. O que salva mesmo é o curioso festival no fim do inverno.
A Avenida Atlântica deles é fechada para automóveis e, no seu lugar, surgem carros alegóricos tirando sarro do Berlusconi, do Obama e até do até então vivo Osama bin Laden. Crianças encapotadas jogam confete em você (jogam mesmo, na cara), jovens desfilam com suas fantasias extravagantes e idosos caminham em meio a tudo isso como se nada estivesse acontecendo.
Para "entrar", pagam-se salgados 15 euros. O que não deixa de ser curioso, tendo em vista que a festa toda rolava na rua mesmo. O negócio é dar uma de João Sem Braço e ir se inflitrando com a galera. E só descobrir que deveria ter pagado os 40 reais quando suas amigas chegarem contando por que não têm dinheiro para o hambúrguer.
** Não sei o que diabos isso quer dizer, mas na hora foi bem engraçado.
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