Andar de ônibus pelo Reino Unido é uma aventura, porém não das mais empolgantes. Seduzidos pelas £12, escolhemos o meio de transporte para as viagens entre Londres e Glasgow e depois de Edimburgo de volta à capital inglesa. Ambos os trechos foram feitos durante a madrugada.
Em comparação com as salas de espera, os detectores de metal e etc de um aeroporto, embarcar no ônibus é uma tranquilidade. Chegamos em cima da hora, mostramos o papel impresso da internet e após o aceno de cabeça do motorista, estávamos liberados.
A facilidade, porém, para por aí. Na hora de acomodar a bagagem no “porta-mala” do veículo, é cada um por si. E nada de bilhete para identificar sua mala. Se qualquer um que descesse antes de nós quisesse levar nossos pertences lá de baixo, poderia. Não tínhamos nada para provar que a bagagem era nossa.
Além disso, os assentos não são numerados. Outra vez, é a corrida do ouro; quem chegar antes pega os melhores lugares. Imagine o fuzuê que se forma quando o ônibus desponta no horizonte. Como decidimos não participar da zona, acabamos sentando em bancos separados. Bancos, aliás, quase tão duros quanto os do vermelhão de Curitiba.
Mas, por £12, valeu a pena.
** Sabia que essa foto seria útil em algum momento. Atenção para os sete idiomas diferente. O português nunca é um deles.
Viva a combinação cansaço por andar o dia inteiro + Dramin numa hora dessas! Hahaha...
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